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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017
   

Especialista em febre amarela esclarece a doença e quem deve se vacinar

Confira na reportagem de Cid Barboza.

Por: Ana Paula Novaes


Os casos de febre amarela têm preocupado os moradores de várias regiões do Brasil. De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde 550 casos suspeitos de febre amarela. Do total, 455 casos permanecem em investigação, 72 foram confirmados e 23 descartados. Dos 105 óbitos notificados, 40 foram confirmados e 65 ainda são investigados. Os casos foram registrados em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Sobre este assunto, o repórter Cid Barboza conversou com Helena Brigido, infectologista e especialista em febre amarela, além de ser consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia. A médica conversou com a nossa reportagem diretamente de Belém, no Pará, uma das áreas em que a doença é endêmica.

“A febre amarela é bastante preocupante quando temos um número de casos grande em determinado local. Estamos tendo casos de febre amarela silvestre. Existem dois tipos da doença: a silvestre e a urbana, ainda que os sintomas sejam os mesmos. O que diferencia é que os insetos transmissores são diferentes (na silvestre são os mosquitos Haemagogus e Sabethes e, na urbana, o Aedes aegipty). Em vários locais do Brasil temos febre amarela, de janeiro a janeiro, mas na forma e localização silvestre. É preocupante porque as pessoas se deslocam para estas áreas. Quem não foi vacinado ou não teve febre amarela de forma sem sintomas ou com sintomas leves, quando forem picados por estes mosquitos da mata, apresentam uma forma mais severa”, destaca.

A infectologista explica que qualquer pessoa esta sujeita a contrair a doença. “A vulnerabilidade é igual para todas as idades, porque o mosquito se alimenta de sangue da espécie humana e de primatas não humanos. A diferença de preocupação se dá em relação a bebês, pessoas idosas ou pessoas com defesas baixas”, frisa.

A vacina deve ser feita a cada dez anos, nos adultos. Nas crianças, deve ser feita a partir de seis meses de idade. Já idosos, acima de 70 anos não devem tomar a vacina. “Uma pessoa com idade mais avançada, naturalmente, tem defesa mais baixa. A vacina é o vírus de forma atenuada. Quando a pessoa não tem o preparo do organismo, podem acontecer efeitos adversos da vacina”, aconselha.

Se a pessoa vai viajar para áreas em que há a recomendação da vacina, a imunização deve ser feita com dez dias de antecedência da data da viagem.

Ela deixa um recado para os ouvintes: “a preocupação é pertinente, mas a febre amarela está circunscrita a determinadas áreas; é a febre amarela silvestre. Não temos febre amarela urbana. As pessoas que vão ser vacinadas devem saber se precisam ser vacinadas e, para isso, precisam passar por uma triagem. A vacina é altamente imunogênica, o que significa que tem uma proteção muito grande”, finaliza.

Confira a entrevista completa abaixo. 

Foto: Reutilização Google



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Especialista em febre amarela esclarece a doença e quem deve se vacinar - parte 01

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